segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
remember me...
I will remember you
Will you remember me?
Don�t let your life pass you by
Weep not for the memories
Remember the good times that we had?
I let them slip away from us when things got bad
How clearly I first saw you smilin� in the sun
Wanna feel your warmth upon me, I wanna be the one
I will remember you
Will you remember me?
Don�t let your life pass you by
Weep not for the memories
I�m so tired but I can�t sleep
Standin� on the edge of something much too deep
It�s funny how we feel so much but we cannot say a word
We are screaming inside, but we can�t be heard
But I will remember you
Will you remember me?
Don�t let your life pass you by
Weep not for the memories
I�m so afraid to love you, but more afraid to loose
Clinging to a past that doesn�t let me choose
Once there was a darkness, deep and endless night
You gave me everything you had, oh you gave me light
And I will remember you
Will you remember me?
Don�t let your life pass you by
Weep not for the memories
And I will remember you
Will you remember me?
Don�t let your life pass you by
Weep not for the memories
Weep not for the memories
sábado, 31 de outubro de 2009
Amigos...

Hoje apercebi-me de uma coisa, por vezes é preferivel estar com um amigo-confidente 2 vezes por ano mas sentir que valeu ouro aquele instante, que aquelas 2 h de amena cavaqueira foram produtivas, não nos criticaram mas deram lição de vida, que alguém que nos vê raramente pode-nos tocar a alma de forma simbolica e nos fazer ponderar actos, revolta interior e ajudar em muito na nossa mudança e evoluçao interior!
Eu tenho poucos mas bons amigos:
-a minha odio-amor com o seu mais que tudo
-a imperfeita para relaçoes lol
-a ex-futura namorado do segurança
-a decidida mas fofa prima
-o maluco viciado da net
-o gay-bi que imigrou
-o que namora á uma decada e nunca andam muito bem
-a gunita
-a bi se calhar confusa
-o solteirao com medo de nao encontrar uma donzela
-o timido loirinho que fala baixinho
-a lesbica querida
depois tenho:
-o lisboeta que nunca ha-de deixar de voltar para a ciumenta
-o outro lisboeta que raramente ta sobrio
-o lisboeta da camara de filmar
-a lisboeta da lesbica maluca sempre pronta a aturar-me!
é parte dos que me são mais chegados mas que nunca perco o contacto, no entanto cada um à sua maneira peculiar me cativaram e me rendi de alguma forma àquele ser...
do que depender de mim eu estarei la como ja estiveram para mim...
obrigada amigos por tudo....=)
(desculpem os "rotulos")
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
PASSADO...

Quantos de nós sente familiaridade quando ouvimos frases do genero “esquece o teu passado, enterra.o..”? Muitos!
Escusado será dizer que o passado é a nossa raiz, é a nossa personalidade...
Nós somos os filmes que vimos no decorrer dela, as musicas com as quais choramos até adormecer, dançamos ou cantamos, os abraços que demos e que nos recusaram, as discussões que nos obrigaram a assistir, o fardo pesado que não eramos responsaveis, as promessas quebradas, os beijos quentes, os frios, as noites mal dormidas e preenchidas, a solidão e os namoros, as desilusões e as alegrias, as surpresas e as aventuras, as amizades desfeitas e as traiçoes, os estalos e os socos, as frases repetidas em que quase já vemos os actos seguidos, os oficios e as escapadelas, os sonhos e a realidade, as palavras do avô e o mimo da mãe, a mão amiga da ultima pessoa que estariamos à espera, os acidentes de carro e de percurso que nos atrasaram, os semaforos vermelhos ou o ceu estrelado, o por do sol naqele linda tarde de verão ou o abandono que sentimos, o gato que nos custou perder e a doença do ente querido que vimos acelerar...
Tudo o que perdemos, ganhamos, as lágrimas choradas, os abraços sentidos, as despedidas dolorosas ou os reencontros saudosos... faz-nos mais ou menos frageis, eleva-nos o ego ou destroçe-nos a alma, e se no primeiro amor nos sufocava a ideia em perde-lo, no segundo não pensamos muito e no terceiro toleramos, e se a frase “nao sei viver sem ti” deixa de ser real é porque o sentido desta sabemo-lo ilusorio, e preferimos proferir “eu não quero viver sem ti...” mas consigo..
E se a frase “vamos ficar juntos para sempre” nos fazia adormecer com um sorriso gigantesco, mais tarde tras indiferença, promessas, palavras leva-as o vento...
Não faltam propostas, desejos, sonhos... a diferença é que a maturidade e a experiencia tras-nos a realidade crua e nua, e já não vivemos tudo com o mesmo fogo da paixão, culpa do bendito maldito incrustado passado... antes tivessemos o dom de apagar por vezes, ou não, ou desligar das coisas más e voltar a acreditar... nalguns casos poderia ser vantajoso noutros poderia apenas nos voltar a resumir a uma solidão chorosa de falta de vontade para continuar uma vida que julgamos terminada por alguém que era tudo e no fundo não era quase nada, nada que o tempo aos poucos não enxague...
Mas é bom que ele se mantenha connosco, pois ele cria auto defesa errada ou certa mas cria uma sensação de alerta que pode quebrar o maior encanto de uma novo amor mas nos permite uma distancia de segurança, um beneficio da duvida e não uma crença desmedida...
Há que sonhar mas com os pés minimamente na terra, há que arriscar mas sabendo que o chão existe, há que acreditar num amor arrepiante mas sabendo que o tempo arrefece, há que trocar promessas de amor mas sabendo que não será mortifero se algo se destilar...
Há que saber respirar se aquele ar deixar de estar presente, e saber aguentar o bater do coração se o outro já não bater da mesma forma que outrora, e seguir em frente se já não seguirmos o mesmo caminho, e compreender que nunca será possivel obrigar alguém a manter-se ao nosso lado ou a amarmo-nos...
Há que saber...
domingo, 27 de setembro de 2009
O sorriso

Todos os dias aquela mulher sorria, fosse no trabalho, no autocarro, no supermercado, na missa, no talho, no hospital...
Quando se perguntava porque tanto sorris? ela encolhia os ombros sorria ainda mais e voltava-se de costas indo embora...
Um dia houve um certo cavalheiro que quis tanto desvendar aquele misterio que movido pela curiosidade arriscou tudo com ela... passava o dia no trabalho dela, apanhava o mesmo autocarro, ia à mesma missa, supermercado ou hospital... ele estava sempre inde ela estava...
Um dia conseguiu captar-lhe toda a atenção e disse-lhe "Só quero mesmo saber como consegues estar sempre a sorrir? "
Ela respondeu "se eu te disesse perdia o encanto certo?"
ele nao teve tempo para responder e ela sorrindo foi embora...
Passado um tempo ele voltou a insistir com a questão mas de outra forma: "Porque nunca se ve uma cara mais seria ou quem sabe uma lagrima?"
" Porque quem me levou em tempos o sorriso e me cravou de lagrimas fez-me perder a alegria de viver injustamente... o meu passado está enterrado com todas as coisas negras, as lagrimas e os sonhos desfeitos assim como as promessas quebradas e as cicatrizes de feridas tão dolorosas...o sorriso eleva-me, faz-me acreditar...faz-me respirar fundo e ver para alem dessa cruz que tive..."
Texto original escrito por Sónia Teixeira
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Lagrimas....
Porque deixamos uma lagrima brotar? E porque provoca um aperto tao forte?
A maior ironia é a lagrima ser perfeita e bela mas sinal de magoa desgosto...
Choramos sufocados na escuridão com medo, panico de perder quem amamos quando apenas deveriamos estar preparados para tal, choramos ferrando travesseiras quando aquele amor tão injusto nos derrubou, mas para que? não tem fundamento logico apenas alivio da alma...
E o desejo em dar uma abraço quando vemos alguém a contorcer-se na sua solitaria dor? Porque meus braços nao abrem? POrque estou tao presa dentro de mim mesma?
Choro sozinha, não quero ser vista nem recordada dessa forma, fica mal o quadro!
Mas chorar nao era suposto ser um acto humilde bonito e genuino?
Foi em tempos...
Já nem a palavra amo-te tem o mesmo significado e ou é banalizada ou esquecida...
O mundo de pernas para o ar...e eu so vejo a saia da senhora...
domingo, 20 de setembro de 2009
...

Caro peter pan,
Sei que por vezes esmoreces, sentes que so me centro em mim, que me esqueço que tu tb tens problemas e uma vida confusa, que tu tb requeres atenção e tempo da minha pessoa, sei que sabes que não sou fria e que aparento ser egoista, eu penso em ti e tento ouvir-te e dar-te a mão mas nem sempre consigo, nem sempre tenho forças para me ouvir sequer a mim própria... eu não me queixo do longo caminho sobre espinhos que já percorri nem deixo de te enaltecer por me teres resgatado daquele enorme vazio, mas não poderei perder a minha identidade nem deixar de te apontar o dedo na tua falta de romantismo, na tua inconstancia que me alertaste previamente que habitava nesse teu ser ora luminoso ora insuportavel.
Não quero com observaçoes que me voltes as costas e te feches em copas, apenas que te analises de certa forma no teu cubiculo fechado em frente ao espelho iluminado.
Se fizer um balanço não fecho as contas, pelo contrario, a evoluçao é notavel e o oposto nao me permitiria estar a teu lado.
A maldita rotina assusta até o mais avastado multimilionario que já nem sabe se quer voltar a ver Roma ou se quer comprar mais um jacto particular.
Sim o maldito TPM tambem nao ajuda nada eu admito, descarrego de forma abrupta e espingardo em todas as direcçoes sem olhar a vedetismos!
Nem imaginas o prazer que me dá saber que estas a olhar-me a dormir ou na linha entre o dormir e o acordar... a forma querida como sinto que me acaricias e é nesse momento que o meu coraçao fica apertadinho e os receios me rasgam por completo... a ansiedade de te ter comigo mas saber que o sempre não pode ser para sempre...
De tudo faria para te manter um sorriso doce e calmo nessa face tão meiga e macia...
Mas não me compete a mim mudar as agruras da vida nem a rotina pesada ou injusta que recai em cima de ti...
Amo-te como posso, amo-te ao meu jeitinho e à minha maneira, se doutra forma fosse quem sabe não seria amar?....
Tua,
Sininho!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O amor é como chocolate

Na inocencia do fim da minha adolescencia conheci o meu oposto, aquele homem que nunca julgara vir algum dia a ser meu namorado, quanto mais durante longos e extensos anos, tudo começou por uma certeza que alguem como ele não teria olhos para uma miuda magrinha como eu, aqueles olhos verdes fascinantes e porte de rei nunca se debrocaria sobre alguém com o meu minusculo porte, enganei-me, amou ele primeiro e avançou ele primeiro no sentido de oficializar a relaçao, eu ria no inicio mas no fim sai chorando...
A seguir arrisquei em alguem que dizia amar-me quase sem me conhecer, com quem falava apenas quando o meu mundo desababa e parecia não ter ninguem para me ouvir, pensei que esta pessoa poderia cansar-se de mim ou trocar-me quando me conhecesse melhor e de facto não me enganei, sede de ver e provar mais levou-o a deixar-me sem olhar para tras, com a mesma vontade sofrega e repentina com que embarcou comigo uns anos atras...
E aquele que seria o meu 3º e grande amor seria o mais pacifico, completo e inspirador... tudo começou numa altura e fase em que não deixava transparecer que tinha sido abandonada por quem julgara amar acima do mar, e chacota insensivel de uma paixão ainda impregnada em todo o meu ser acabada por mim, não sabendo bem com que forças, uns dias atras...
Ele era o mais calado, sempre com cara de quem comeu e ficou “nauseado”, responde indirectamente e fica-se pelo sim e não ou por frases rispidas de humor negro, arrogante e introvertido... aquele misterio todo suscitou-me muita curiosidade e movida por ele a atracçao foi aumentando... tentei nenufar a nenufar amizade, retirar pedacinhos de segredos, de retalhos da vida passada daquele ser tão frio...
Tornamo-nos minimamente confidentes e sem esperar fui convidada para sair e tudo aconteceu muito rapido... ele assustou-se e eu julguei perde-lo por o estar a pressionar tal era o meu desejo em te-lo so para mim...
Mas estamos juntos felismente e felizes, e ele é fantastico como amigo, namorado e companheiro de trabalho!
Por isso a teoria que so quando sorrimos é que atraimos algue, que não vale a pena procurar, que bla bla bla, nada disso!
Pode acontecer em qualquer lado quando menos se espera ou pode-se sonhar e realmente tornar-se real, há é que lutar e deixar fluir, e construir bases fortes.
E o amor é como o chocolate... que se compra no hiper mercado porque o rotulo era bonito mas não sabia bem, ou o que foi oferecido e metemos na carteira e lembramo-nos de comer na viagem para casa, ou aquele que olhamos e não abre apetite mas prova-se e viciou, ou ainda aquele que repetimos vezes sem conta sem saber porque não nos enjoa sempre o mesmo!
Pode acontecer do nada, pode estar mesmo ao nosso alcance, pode não ser visivelmente atractivo, pode estar ao nosso lado mas nunca nos demos oportunidade para conhecer... ele está ao virar da esquina, na fila para pagar o selo, no andar de baixo, na loja onde vais todos os dias, na escola onde nossa prima estuda, no jardim onde vamos passear o cão, apenas temos de abrir o coração a mente e deixarmo-nos ir, sentir, respirar amor... e ele aparece!
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